terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz Natal!

Que vocês tenham um final de ano de muita segurança e tranquilidade.

Veja nosso cartão de final de ano:


10 dicas para deixar sua casa mais segura enquanto você viaja

Nos meses de dezembro e janeiro muitas pessoas viajam para descansar. Mas antes de fazer as malas e aproveitar o sossego, é importante tomar alguns cuidados para deixar a casa ou o apartamento em segurança.

Em São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, quadrilhas organizadas atacam uma residência a cada 3 dias. Na cidade do Rio de Janeiro, os roubos a casas cresceram 87%. Uma casa vazia se torna, fatalmente, mais vulnerável a esse tipo de crime.

Por isso, para evitar essas ocorrências, Fernando Moreira, gerente comercial da Instalarme diz que existem algumas medidas básicas que deixam sua casa mais protegida enquanto você viaja:

1 - Caso não possua dispositivos de segurança, como câmeras e alarme, tente adquíri-los, os preços são acessíveis. Procure os equipamentos nas lojas de matérias para construção ou no varejo especializado em segurança.

2 - Não comente sua viagem com pessoas estranhas.

3 - Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem.

4 - Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas ? abrindo janelas, regando jardins, entrando com o carro na garagem. No caso de apartamento, deve-se deixar uma autorização por escrito, com anuência do síndico, para que a pessoa possa entrar no prédio.

5 - Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores.

6 - Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem tocá-la apenas para verificar se há alguém em casa.

7 - Feche as portas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

8 - Não deixe joias ou dinheiro dentro de casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos.

9 - Se sua casa possuir jardim, contrate ou peça para alguém mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono.

10 - Se a viagem for longa, deixe 2 jogos de chaves com pessoas de confiança para facilitar qualquer emergência.

"Nos dias de hoje, a instalação de alarmes não é mais um luxo e sim uma necessidade para desestimular os assaltantes. Em geral, eles agem por impulso, e quando vêem uma casa com sistema de alarmes, geralmente eles desistem e procuram outro imóvel semelhante, mas sem equipamentos de segurança", conta Fernando.

NOS CONDOMÍNIOS - Além dos cuidados acima, os síndicos devem preparar esquema especial para evitar surpresas durante as férias - quando muitos apartamentos ficam vazios.

A Lello recomenda aos síndicos a inspeção do sistema de segurança, verificando o funcionamento do circuito de alarmes e TV interna do condomínio. Em edifícios com grandes áreas externas, os funcionários devem fazer rondas periódicas, especialmente no período noturno. Caso os condomínios tenham contratos com empresas de segurança patrimonial, é fundamental solicitar a intensificação das rondas na porta do edifício.

Os funcionários devem estar sempre atentos ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao zelador, à empresa responsável pela segurança ou mesmo à polícia. E antes de abrir o portão da garagem, o porteiro deve procurar identificar quem está dentro do veículo.

"Vale lembrar que essas dicas são válidas não só para o período de festas, pois qualquer feriado prolongado exige cuidados redobrados. E nunca é demais lembrar a mais básica das recomendações: verificar cuidadosamente as fechaduras de portas, janelas e sacadas", diz o gerente de relações humanas da Lello Condomínios, José Maria Bamonde.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Lei obriga câmeras em berçários

Uma lei em vigor desde o dia 14 de novembro pretende tra­zer mais se­gu­ran­ça pa­ra as mã­es que utilizam maternidades no Estado de Goiás. A lei nú­me­ro 17.130/10 obri­ga a ins­ta­la­ção de câ­me­ras de ví­deo em to­dos os ber­çá­rios e uni­da­des de te­ra­pia in­ten­si­va ne­o­na­tal em ma­ter­ni­da­des pú­bli­cas ou pri­va­das. As re­des pú­bli­ca e pri­va­da de Go­i­â­nia não con­tam com o sis­te­ma.

Na ma­ter­ni­da­de Nos­sa Se­nho­ra de Lour­dês, no Setor Vila Nova, já exis­te sis­te­ma de mo­ni­to­ra­men­to há cin­co anos nos cor­re­do­res e nas en­tra­das. De­vi­do ao equi­pa­men­to de se­gu­ran­ça, Ta­mi­res Ferreira, mãe pela segunda vez, afir­ma que se sen­te mais se­gu­ra no lo­cal. Ela re­la­ta que no par­to do pri­mei­ro fi­lho fi­cou com re­ceio de dor­mir e até mes­mo de ir ao ba­nhei­ro. “Des­sa vez es­tou mais tran­qui­la. Tan­to pe­la se­gu­ran­ça do hos­pi­tal, co­mo com o aten­di­men­to da­qui.”

Na mes­ma en­fer­ma­ria de Ta­mi­res, a do­na de ca­sa Ira­ce­ma Al­ves Pi­nhei­ro, 32, es­ta­va com o fi­lho que ain­da não tem no­me de­fi­ni­do. Ela con­ta que es­te é o seu quin­to fi­lho e que já não tem mais me­do de acon­te­cer al­gu­ma coi­sa com o be­bê, mas mes­mo as­sim se tran­qüi­li­za com o equi­pa­men­to. “Sa­ber que tem vi­gi­lân­cia nos acal­ma”, fa­la.

A lei 17.130/10 de­fi­ne que as câ­me­ras de­vem fun­cio­nar inin­ter­rup­ta­men­te e as ima­gens cap­ta­das de­ve­rão ser se­pa­ra­das por da­ta e man­ti­das em ar­qui­vo por um pra­zo de até 30 di­as. O in­fra­tor po­de ser ad­ver­ti­do em mul­ta no va­lor de até R$ 5 mil. E, em ca­so de rein­ci­dên­cia o va­lor se­rá du­pli­ca­do. A lei foi pu­bli­ca­da no Di­á­rio Ofi­ci­al no dia 14 de se­tem­bro des­se ano e te­ria que es­tar em vi­gor em ses­sen­ta di­as, que re­pre­sen­ta o dia 14 de no­vem­bro.

Pa­ra o au­tor da lei, o de­pu­ta­do es­ta­du­al Mar­lú­cio Pe­rei­ra (PTB), a me­di­da tra­rá gran­des be­ne­fí­ci­os à so­ci­e­da­de, ao pro­por­ci­o­nar mai­or tran­qui­li­da­de aos pa­ci­en­tes e fa­mi­lia­res. “Por meio da im­pren­sa, sa­be­mos de ca­sos de des­cui­do e ne­gli­gên­cia por par­te de en­ti­da­des que não têm o con­tro­le de en­tra­da e sa­í­da de seus pró­prios fun­cio­ná­rios, tra­zen­do con­se­quên­cias às fa­mí­lias ví­ti­mas des­se des­ca­so”, ex­pli­ca.

O pro­mo­tor e co­or­de­na­dor do Cen­tro de Apoio Ope­ra­ci­o­nal (CAO) da In­fân­cia e Ju­ven­tu­de, Eve­ral­do Se­bas­ti­ão de Sou­za con­cor­da que o equi­pa­men­to é um me­ca­nis­mo de evi­tar si­tu­a­ções já exis­ten­tes, co­mo tro­ca de be­bês e o rou­bo. “Os ca­sos que vem à to­na são pon­tu­ais pa­ra uma me­di­da tão ge­né­ri­ca”, afir­ma. Ele com­ple­men­ta que a lei exis­te de­vi­do a uma co­bran­ça por mai­or se­gu­ran­ça da so­ci­e­da­de pa­ra os de­pu­ta­dos.

O pro­mo­tor pon­tu­ou que ain­da fal­ta um de­cre­to do po­der pú­bli­co exe­cu­ti­vo pa­ra de­fi­nir qual ór­gão se­rá res­pon­sá­vel pe­la fis­ca­li­za­ção nas ma­ter­ni­da­des e pe­la co­bran­ça da mul­ta.

O di­re­tor ad­mi­nis­tra­ti­vo da Ma­ter­ni­da­de Nos­sa Se­nho­ra de Lour­des, Mar­co Au­ré­lio An­dra­de San­dre, ex­pli­ca que to­da a ma­ter­ni­da­de já é mo­ni­to­ra­da e o úni­co lu­gar que não ha­via câ­me­ras era no ber­çá­rio, com re­ceio de in­va­são de pri­va­ci­da­de. Ago­ra com a lei, o equi­pa­men­to se­rá ins­ta­la­do no re­cin­to. “O cus­to da no­va câ­mera se­rá mí­ni­mo de­vi­do a já exis­tên­cia do sis­te­ma”, fa­la.

Mar­co Au­ré­lio afir­ma que além do sis­te­ma de mo­ni­to­ra­men­to, a ma­ter­ni­da­de co­lo­ca pul­sei­ras nas cri­an­ças com o no­me das mã­es. “Es­ta­mos de­sen­vol­ven­do um mé­to­do que to­da mãe que sa­ir da uni­da­de se­rá fo­to­gra­fa­da com o be­bê. A ima­gem fi­ca­rá sal­va no ar­qui­vo do hos­pi­tal”, ex­pli­ca. Na Nos­sa Se­nho­ra de Lour­des o be­bê só sai da com­pa­nhia da mãe pa­ra o ba­nho ou quan­do ne­ces­si­ta de cui­da­dos es­pe­ci­ais.

FONTE: O Hoje

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Circuito interno é a melhor testemunha

Mais uma vez um circuito interno se prova mais do que um equipamento de segurança. Esse sistema de segurança se impõem como o testemunho ideal de situações inusitadas e inexplicáveis, capaz de esclarecer diversos casos.

Nesta quarta-feira (15), imagens registradas pelo circuito interno de um bar no Centro de São Paulo mostram o momento em que um carro invadiu o estabelecimento e atingiu fregueses que estavam em uma das mesas. Uma pessoa morreu e outra ficou ferida.

O veículo foi parar dentro do bar na esquina das ruas Aurora e do Arouche após colidir com outro veículo. O semáforo do cruzamento estava quebrado. A motorista do carro que invadiu o bar trafegava pela Rua Aurora e perdeu o controle da direção após seu carro ser atingido em cheio por um veículo que vinha pela Rua do Arouche. O carro, desgovernado, entrou pela porta do bar e parou no balcão de mármore do estabelecimento.

As imagens mostram três pessoas na mesa do bar. Um dos homens se levanta e logo depois o carro invade o bar. Um homem é atingido de lado e a amiga dele é arremessada longe. O homem atropelado foi levado para a Santa Casa de Misericórdia, onde morreu. A mulher foi levada para o Hospital Nove de Julho. Até as 12h30, não havia informações sobre seu estado de saúde.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) afirma que consertou o semáforo, mas ele quebrou novamente nesta quarta. A CET confirmou que o sinal não estava funcionando no momento do acidente.

FONTE: G1

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Quase 60% dos domicílios possuem algum dispositivo de segurança

Dos 58,6 milhões de domicílios particulares permanentes existentes no Brasil em 2009, 34,8 milhões (59,4%) contavam com algum dispositivo de segurança. O dado faz parte do suplemento “Características da Vitimização e do Acesso à Justiça no Brasil – 2009”, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (15).

A grade na janela ou na porta foi o dispositivo mais utilizado pelos moradores, presente em 35,7% dos domicílios, segundo o IBGE. Dispositivos colocados na porta, como olho mágico, abertura na porta, corrente no trinco e/ou interfone, estavam instalados em 20,4% dos domicílios. Quase 10% dos domicílios utilizavam cachorro para segurança, de acordo com o levantamento.

Se considerada a divisão entre os domícilios de áreas urbanas e rurais, os dispositivos de segurança estavam presentes em 64,9% dos domicílios localizados em áreas urbanas; e em 28,5% dos domicílios na área rural. Na área urbana, o principal dispositivo utilizado era, em 2009, grade nas portas ou janelas. Já na área rural, o cachorro era o principal meio de garantir a segurança, presente em 12,8% dos domicílios com algum dispositivo.

Do total de casas (em 2009, 89,2% dos domicílios eram casas, e apenas 10,4%, apartamentos), 55,9% tinham algum dispositivo de segurança. Para os apartamentos, este percentual era superior, 90,3%. Nas casas, segundo o IBGE, predominava a instalação de grade na janela ou porta (35,6%) e, nos apartamentos, os dispositivos colocados na porta, como olho mágico, corrente e/ou interfone (73,9%).




Sensação de segurança

De acordo com o levantamento, à medida que a população se afastava do seu domicílio, a sensação de segurança diminuía, em 2009. Em todo o país, a maioria da população (78,6%) sentia-se segura no seu domicílio de residência. Em seu bairro, este percentual foi estimado em 67,1% e, em sua cidade, a sensação de segurança era compartilhada por pouco mais da metade da população (52,8%).

A Região Norte apresentou os menores percentuais de pessoas que declararam se sentir seguras (71,6%, no domicílio; 59,8%, no bairro; e 48,2%, na cidade). A Região Sul apresentou as maiores proporções de pessoas que afirmaram se sentir seguras nos locais pesquisados (no domicílio, 81,9%; no bairro, 72,6%; e na cidade, 60,5%).

Os moradores de áreas rurais declararam maior sensação de segurança do que os de áreas urbanas. Em sua cidade, 69,3% se sentiam seguros, na área rural, contra 49,7%, na área urbana. Ao se restringir a área pesquisada ao bairro em que residiam, a sensação de segurança foi registrada em 80,4% dos entrevistados, na área rural, e 64,7%, na urbana. Finalmente, ao se observar essa característica no domicílio, 84,5% se sentiam seguros, na área rural, contra 77,5%, na urbana.

De maneira geral, os homens se declararam mais seguros do que as mulheres seja no domicílio, no bairro ou na cidade em que residiam, segundo o IBGE




FONTE: G1

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Gasto com Segurança Pública cresce 15% no Brasil

O Brasil gastou R$ 45,6 bilhões com segurança pública no ano passado, um crescimento de 15% em relação aos investimentos feitos em 2008. A informação é da ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que apresenta os dados de seu relatório anual nesta terça-feira em São Paulo. Além dos gastos, no Anuário 2010 foram compiladas informações sobre ocorrências criminais, efetivos policiais, presos provisórios, e a atuação dos Estados e municípios na segurança pública.

De acordo com o levantamento, as despesas do governo federal na área cresceram 22% na mesma comparação. Foram R$ 5,9 bilhões em 2008 e R$ 7,2 bilhões em 2009.

Pelos cálculos da ONG, as despesas efetuadas na função segurança pública pela União, Estados e municípios dobraram desde 2003: saltaram de cerca de R$ 22,5 bilhões para os R$ 45,6 bilhões em 2009.

De acordo com o Anuário, somente o gasto da União cresceu 202% a partir de 2003, enquanto as despesas de Estados e do Distrito Federal, no mesmo período, aumentaram 96%.

Também foi notado um aumento por parte dos municípios, que declararam um gasto de cerca de R$ 2 bilhões em 2009, o que corresponde a um aumento de 168% na comparação com 2003. A inflação medida pelo IPCA entre 2003 e 2009 ficou em torno dos 40%.

As estatísticas do relatório foram obtidas a partir do levantamento e cruzamento de dados coletados em órgãos como a Secretaria Nacional de Segurança Pública, Secretarias de Segurança dos Estados, no SUS (Sistema Único de Saúde), na Secretaria do Tesouro Nacional, entre outros.

ESTADOS

São Paulo continua a ser o Estado com o maior volume destinado à segurança, com recursos na casa dos R$ 10 bilhões em 2009 --13% de aumento ante 2008. Os maiores crescimentos, porém, ocorreram no Rio Grande do Sul, Piauí, Distrito Federal e Ceará, todos acima de 40%.

Um dos dados que mais chamaram a atenção dos pesquisadores foi a queda de 25% no valor nominal investido no Rio de Janeiro, que recentemente foi palco de grandes operações que mobilizaram todos os braços da segurança pública.

Em 2008, o Estado gastou cerca de R$ 4,9 bilhões com segurança, valor reduzido para cerca de R$ 3,7 bilhões em 2009. A maior queda, segundo a ONG, ocorreu na área de informação e inteligência (63%).

Além do Rio, apenas Roraima também diminuiu os investimentos, com queda de 7,6%.

FONTE: G1